A fábula
A luta que Sara Rejane impôs a si mesma parecia perdida.Resovera que até o final do mês de abril perderia os seis quilos que, a seus olhos, a transformvam em uma balofa criatura.
Prometera "fechar a boca" às delícias das guloseimas,comer apenas uma fruta à noite, almoçar grelhados e saladinhas, fugir da sala dos professores durante os intervalos - uma vez que sempre um ou outro espírito de porco trazia alguns docinhos - ," malhar" pelo menos uma hora por dia., evitar o elevador nos oito andares do seu prédio e uma série de outras medidas heróicas, altruísticas, entretanto jamais cumpridas.
Ao perceber que o mês definido como meta chegara ao fim e a balança do banheiro teimava em não acalentar sua alto-estima, projetou para junho uma nova meta, bem mais imponderável mas tão valiosa quanto aquela que a frustrara: - Vou fazer uma promessa para que, se eu não conseguir mesmo emagrecer, todas as minhas amigas, principalmente a Nair e a Ivete, engordem muito mais que eu!
( Casos , Fábulas,Anedotas ou Inteligências, capacidades, competências)
Celso Antunes
Contextualizando um pouco,podemos falar dos nossos atuais professores(a quem a carapuça couber,é claro!).Estão cada vez mais preocupados em se reciclar,em aprender a reaprender,a como avaliar melhor seus alunos, propostas diferenciadas de aulas,estudos cada vez mais aprofundados sobre a importância da ludicidade na educação escolar,entre tantos outros títulos disputados com garra.Muitas vezes, isso tudo não valerá nada, se não vier acompanhada de humildade e alto reflexão. Pois se por acaso o fracasso aparecer , e eles não conseguirem reconhecer o seu erro e acabarem por culpar, ou até prejudicar os educadores que conseguiram e conseguem fazer alguma diferença, por menor que seja, de nada terá valido a luta de tantos títulos.
Temos que nos conscientizar que o erro também nos permeia,pois nós somos passíveis de erro.E porque não pedir ajuda a quem está dando certo?
A educação tem que ser união,trabalhar em grupo.Se queremos mostrar isso para nossos alunos,porque não começar por nós.
Erica Monteiro
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